“Por te falar eu te assustarei e te perderei?
Mas se eu nunca falar eu me perderei, e por me perder eu te perderia…”
“Através de meus graves erros – que um dia talvez possa mencionar sem me vangloriar deles – é que cheguei a poder amar. Até esta glorificação: eu amo o Nada. A consciência de minha permanente queda me leva ao amor do nada. E desta queda é que começo a fazer minha vida. Com pedras ruins levanto o horror, e com horror eu amo. Não sei o que fazer de mim, já nascida, senão isto: Tu, Deus, que eu amo como quem cai no nada”
(Clarice Lispector)